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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Caos

Caos; é assim que o chamo
Loucura e perdição; é onde estou e,
Para a destruição  você me guia;
Sou uma mariposa que teme o fogo
 Mas que anseia por sua chama
 Você sorri quando me marca
 Sente prazer por dominar-me.
 Insanidade é meu destino.
Quero ser livre,  mas dentro de seu cárcere
 Sem chaves para destrancar,
 Condenada à  prisão perpétua.
Uma marionete presa nas mãos de seu libertador .
Esperando o dia em que não mais servirá,

E verá outra boneca presa em suas cordas.


Autores: Marcelo Maia e Cheyenne Dandara

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